
Prossegue até o dia 30 deste mês de abril a campanha de vacinação contra a gripe influenza em Ipiaú.
A ação busca imunizar o maior número de pessoas e reduzir complicações, internações e mortes provocadas pela doença.
Com esse objetivo a Prefeitura Municipal , tem reforçado as ações e convocado a população no sentido de comparecer às unidades de saúde do município para receber o imunizante que é de fundamental importância preventiva neste período de maior circulação de vírus respiratórios.
A campanha teve início no dia 23 de março e cerca de 2.000 pessoas de um publico alvo de 11.337 haviam buscado a imunização. Isto representa um percentual superior a 19,23% da cobertura vacinal desejada.
A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e é recomendada para crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.
Além desses públicos, a imunização é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários.
Para crianças de 6 meses a 6 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.
A proteção contra a influenza é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. A cada campanha, o Ministério da Saúde disponibiliza vacinas atualizadas, reforçando a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz.
A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional, como a da Covid-19.
Dados preliminares do Ministério da Saúde, relativos a este ano de 2026, apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo a influenza.
Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
Idosos, crianças menores de 6 anos, gestantes e pessoas com comorbidades apresentam maior risco de complicações, internações e óbito. Priorizar esse público é fundamental para evitar casos graves e óbitos por influenza.
Vacinar é, com certeza, o melhor remédio.
José Américo Castro/Decom-PMI
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