José Carlos Britto de Lacerda comenta desafios para a OAB em tempos de pandemia

Quem poderá nos socorrer?

Esta pergunta, no “singular”, naquele antigo programa humorístico de TV, era a “deixa” para a “entrada” do Chapolin.

Hoje, pluraliza o desespero da imensa maioria de nós, advogados, ante os terríveis descaso para com os jurisdicionados, o povo, a insuportável morosidade processual, ó desrespeito à Advocacia e a violação das prerrogativas profissionais, assim como o descumprimento de deveres constitucionais, pela Justiça brasileira e, especialmente, a baiana.

 “O Chapolin Colorado e a  OAB”       

Nosso “salvador”, “socorredor” deveria ser a OAB. Ela deveria, não apenas, cobrar anuidades, “fiscalizar” e aplicar sanções aos Advogados (quantas vezes atendendo os interesses escusos de maus magistrados), promover desagravos (que não ” consertam coisa alguma) mas, defendendo os advogados, ajuizando e protocolando ações e procedimentos contra juizes, desembargadores e ministros e militando para que o respeito seja implantado e/ou restaurado e sejam, os maus, disciplinados, punidos.

“Independência e coragem”

Para que a OAB seja forte e possa cumprir aquele papel, é indispensável que nós lhe emprestemos força. É preciso que ponhamos, à frente do Conselho Federal, dos conselhos seccionais e das subseções, pessoas sérias, corajosas, coletivistas, despidas de vieses ideológicos e de ganância.

Pessoas que não busquem utilizar-se do exercício para obterem destaques e vantagens. Sei ser muito difícil, mas possível encontrar advogados com tais virtudes.

Por favor, compartilhem!

 José Carlos Britto de Lacerda é advogado