Quem poderá nos socorrer?
Esta pergunta, no “singular”, naquele antigo programa humorístico de TV, era a “deixa” para a “entrada” do Chapolin.
Hoje, pluraliza o desespero da imensa maioria de nós, advogados, ante os terríveis descaso para com os jurisdicionados, o povo, a insuportável morosidade processual, ó desrespeito à Advocacia e a violação das prerrogativas profissionais, assim como o descumprimento de deveres constitucionais, pela Justiça brasileira e, especialmente, a baiana.
“O Chapolin Colorado e a OAB”
Nosso “salvador”, “socorredor” deveria ser a OAB. Ela deveria, não apenas, cobrar anuidades, “fiscalizar” e aplicar sanções aos Advogados (quantas vezes atendendo os interesses escusos de maus magistrados), promover desagravos (que não ” consertam coisa alguma) mas, defendendo os advogados, ajuizando e protocolando ações e procedimentos contra juizes, desembargadores e ministros e militando para que o respeito seja implantado e/ou restaurado e sejam, os maus, disciplinados, punidos.
“Independência e coragem”
Para que a OAB seja forte e possa cumprir aquele papel, é indispensável que nós lhe emprestemos força. É preciso que ponhamos, à frente do Conselho Federal, dos conselhos seccionais e das subseções, pessoas sérias, corajosas, coletivistas, despidas de vieses ideológicos e de ganância.
Pessoas que não busquem utilizar-se do exercício para obterem destaques e vantagens. Sei ser muito difícil, mas possível encontrar advogados com tais virtudes.
Por favor, compartilhem!
José Carlos Britto de Lacerda é advogado
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