Jequié: Policia Civil descobre abate clandestino e comércio de carne de cavalos de raça

Após um denúncia de criadores de cavalos da raça Manga Larga Machador sobre o furto de animais de raça e de um açougueiro da cidade sobre abate e venda de carne clandestina de cavalos a Policia Civil em Jequié, delegacia de Furtos e Roubos montou uma equipe a fim de investigar as denúncias e após o levantamento de informações, troca de dados com órgãos de fiscalizações como Agencia Estadual de Defensa Agropecuária da Bahia (ADAB) e Vigilância Sanitária culminou com a descoberta de um abatedouro clandestino localizado no povoado da Fazenda Velha, próximo da Barragem de Pedra, zona rural de Jequié na tarde desta terça-feira (04).

No sitio onde funcionava o abatedouro os policiais, junto com fiscais da ADAB e da Vigilância Sanitária, encontraram um freezer velho e enferrujado, onde estava armazenado uma grande quantidade de carne de cavalo que vinha sendo e seria comercializada em alguns açougues da cidade. Além da carne armazenada, os agentes públicos encontram no local restos mortais dos animais que eram abatidos de forma criminosa.

Diante dos fatos, a Policia Civil conduziu algumas pessoas para a delegacia, inclusive o dono do sitio, que negou a participação mas, segundo o delegado Ivan Lessa, indicou os possíveis responsáveis pelos crimes.

Em entrevista a uma emissora de rádio de Jequié o delegado responsável pela investigação disse que um grupo foi preso há uns dois anos acusado de roubar animais em Jequié.

“O grupo preso acusado de roubar animais em Jequié e região pode está envolvido nesse crime, cujo a investigação que começou com a prisão desses indivíduos ajudou nesse trabalho de ontem e acreditamos que essa carne vinha sendo comercializada desde então, ou seja há dois anos”, disse

O delegado disse ainda que vai prosseguir com as investigações a fim de chegar a outros envolvidos, inclusive aos açougues que revendiam essa carne na cidade.

Todos material apreendido na operação foi incinerado em local apropriado pelos agentes.

Ipiaú Online / Irlan Vieira



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