Chama Olímpica passa pelo Baixo Sul da Bahia e pernoita em Valença

tocha valença

No domingo (22), as cidades de Cairu, Camamu, Ituberá, e Valença, no Baixo Sul da Bahia receberam a passagem da Chama Olímpica, através do revezamento da Tocha Olímpica em cada município.

Com a presença do comboio formado por policiais federais e militares, e com veículos das empresas patrocinadoras oficiais, a tocha chegou ao município de Camamu no início do domingo; entre os condutores, os valencianos Rosi e Janete Vomeri. Ituberá, a segunda cidade a receber a tocha, iniciou o revezamento por volta das 11:30hs, pelas principais ruas. Entre os condutores selecionados, o morador de Valença, Augusto Miranda. “É uma grande honra, a Tocha simboliza a união e o espírito olímpico entre as nações que serão representadas por seus atletas”, disse em entrevista ao Portal Nas Malhas da Lei.

A chama olímpica chegou a Valença, por volta das 15hs, e foi recepcionada pela Prefeita de Valença, Jucelia Nascimento, vice-prefeito Joailton de Jesus, secretários, vereadores e a comunidade, no adro da Igreja do Amparo. A primeira tocha acesa foi conduzida pelo ex-atleta pela Marinha e Flamengo, como melhor físico e arremesso de peso, Antônio Coutinho Neves (Coutinho), um dos escolhidos pelo Comitê Olímpico. A tocha em seguida foi encaminhada ao Morro de São Paulo, em Cairu. A primeira condutora foi a professora de Educação Física Fabricia; entre os condutores também o lutador Roger Guerreiro, que desceu a tirolesa da ilha com a tocha na mão.

Em Valença novamente, após o percurso no Morro de São Paulo, foi iniciado o revezamento da tocha na Rua Marcondes Filho, em frente a Câmara Municipal de Valença com término na Praça da Bandeira, local da celebração. Com um percurso de aproximadamente 6,5km, 31 pessoas pegaram a tocha; a última condutora, a professora de Ginástica Rítmica Gilcelia Barbosa, acendeu a pira olímpica, finalizando o revezamento. Para Gil Barbosa, “Meu sentimento foi de muita gratidão, porque eu respiro e vivo o esporte desde que eu me entendo por gente. Então uma honra ser condutora de uma tocha olímpica. Eu não esperava que isso pudesse acontecer em minha vida, e aconteceu de uma forma tão especial aqui em Valença, foi tudo tão mágico, foi muito maior do que o que todos nós aqui esperávamos. Passa um filme na minha vida, e a única coisa que consigo dizer é o seguinte, que vale a pena acreditar nas pessoas, vale a pena sim você sair da sua zona de conforto, e procurar ensinar algo para alguém; todos nós temos um talento. Vale apena lutar pela comunidade”, disse em entrevista.