Farmacêutica brasileira faz acordo para trazer nova vacina de dose única contra Covid

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A farmacêutica brasileira Biomm anunciou, na manhã desta sexta (1°), que possui um acordo com a CanSino Biologics para importar e, num segundo momento, produzir no Brasil a vacina de dose única contra a Covid da empresa chinesa.

A Biomm diz que irá submeter à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o pedido para uso emergencial do imunizante.

A Convidecia, vacina da CanSino, utiliza um adenovírus para ensinar o sistema imune humano a identificar e combater a Covid, algo semelhante ao visto na Covishield, vacina da AstraZeneca/Oxford já em uso no Brasil. O imunizante deve ser conservado em geladeira comum, de 2 °C a 8°C, o que costuma facilitar a logística. (mais…)

Covid-19: Fiocruz deve retomar entrega de vacinas na próxima semana

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) deve retomar a entrega de novas doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra Covid-19 na próxima semana, normalizando as liberações ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). A quantidade disponibilizada será divulgada na segunda-feira (13).

A Fiocruz já havia informado no último dia 2 que suas próximas entregas seriam realizadas entre os dias 13 e 17 de setembro. A última entrega foi em 27 de agosto, quando 3,5 milhões de vacinas foram liberadas.

O intervalo entre as entregas ocorreu porque os lotes mensais de agosto do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), importado para a fabricação da vacina, só chegaram nos dias 25 e 30 do mês passado. Como o processo de fabricação e controle de qualidade das doses demora cerca de três semanas, a liberação só deve ocorrer a partir da semana que vem. Desde o início do ano, a Fiocruz já entregou 91,9 milhões de doses ao Ministério da Saúde, sendo 87,9 milhões produzidas no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) e 4 milhões importadas prontas da Índia.

BN

Pfizer e Moderna aumentam preços de vacinas em contrato com União Europeia

A Pfizer e a Moderna aumentaram os preços de suas vacinas contra a Covid-19 nos últimos contratos com a União Europeia, segundo reportagem publicada pelo ‘Financial Times” neste domingo (1º).

A Pfizer, que tinha cobrado 15,5 euros, cerca de R$ 96, na cotação atual, nos primeiros contratos, passou a cobrar 19,5 euros, cerca de R$ 121.

A vacina da Moderna, que saiu por 19 euros (R$ 117) inicialmente, agora vai custar 25,5 (R$ 157) —a União Europeia ainda conseguiu tirar 3 euros do preço porque fez uma encomenda maior, de acordo com o jornal.

Intervalo entre doses da Pfizer reduzirá de três meses para 21 dias

O Ministério da Saúde diminuirá para 21 dias o intervalo entre as duas doses da vacina da Pfizer, o que pode conter a disseminação da variante Delta, considerada mais agressiva e transmissível.

A confirmação foi dada pelo secretário-executivo da pasta, Rodrigo Cruz, em conversa com jornalistas na tarde desta segunda-feira (26), e divulgada pelo jornal O Globo.

Detalhes, como a data, o cronograma de abastecimento e a forma como será feita a antecipação, ainda estão sendo avaliados junto ao laboratório, ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e ao Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A decisão final deve ser anunciada ainda nesta semana.

Cientistas testam vacina contra HIV

O desenvolvimento em tempo recorde de várias vacinas contra a covid-19 parece ter dado o impulso que faltava para a criação de um imunizante contra o HIV. Quarenta anos depois do início da pandemia de aids, o mundo parece estar perto de ter um produto eficaz na prevenção da infecção. Um estudo com mais de 6 mil pessoas está sendo conduzido em vários países da África, Europa, América do Norte e América Latina, inclusive no Brasil. Para especialistas, é o mais promissor em quatro décadas.

O estudo está dividido em duas frentes. A primeira delas, na África Subsaariana, testa 2.637 mulheres heterossexuais. Uma segunda, chamada de Mosaico, conduzida na Europa, na América do Norte e na América Latina, está testando 3.600 voluntários, entre homens homossexuais e pessoas trans. No Brasil, o estudo ocorre em oito centros de pesquisa em São Paulo, no Rio, em Minas e no Paraná.

A pesquisa está na fase 3, que testa a eficácia em larga escala. As fases 1 e 2, com menos voluntários, determinam a segurança do produto e a dose apropriada. Numa fase anterior, em macacos, o imunizante apresentou uma proteção de 67% contra a infecção. É por conta deste número que os cientistas estão otimistas. Até hoje, o candidato a vacina contra a aids mais eficaz já testado no mundo apresentava proteção de 30% – e sua pesquisa foi deixada de lado. (mais…)

Sputnik V oferece cerca de 90% de eficácia contra a variante Delta

A vacina russa Sputnik V oferece cerca de 90% de proteção contra a variante Delta, informou, esta terça-feira (29), Denis Logunov, diretor do Instituto Gamaley que desenvolveu a vacina, citado pela agência de notícias russa RIA. De acordo com estudos realizados previamente, a Sputnik V é 92% eficaz contra o vírus original da Covid-19.

Ainda em declarações à agência noticiosa, Logunov explicou que a eficácia da vacina contra a variante Delta foi calculada com base em informação de registros médicos e de vacinação.

Neste momento, na Europa, onde a variante Delta tem começado a disseminar-se, têm surgido preocupações sobre a eficácia das vacinas contra a nova estirpe. Contudo, de acordo com os últimos dados do Reino Unido, duas doses das vacinas que estão a ser atualmente administradas pelos europeus oferecem proteção contra a Delta, designadamente, 96% a Pfizer e 92% a AstraZeneca.Vale lembrar que a vacina Sputnik V, a primeira a ter sido administrada no mundo, ainda não foi autorizada pela Agência Europeia do Medicamento (EMA).

Ministério da Saúde decide suspender contrato com Covaxin

Diante das polêmicas e denúncias que cercam o contrato realizado pelo governo federal para compra de imunizantes Covaxin, vacina contra Covid-19 produzida na Índia, o acerto, intermediado pela farmacêutica brasileira Precisa Medicamentos, foi suspenso pelo Ministério da Saúde. A informação é da CNN.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou em declaração na tarde desta terça-feira (29) não ser mais oportuno importar as vacinas neste momento. O governo federal havia assinado contrato em fevereiro, que previa a importação de 20 milhões de doses do imunizante, desenvolvido pela indiana Bharat Biotech. A importação do imunizante, no entanto, não foi concretizada diante de negativas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que não autorizou a importação..

A compra do imunizante passou a ser investigada depois de depoimento de Luis Ricardo Fernandes Miranda, servidor da área de importação do Ministério da Saúde, ao Ministério Público. No relato, o servidor aponta “pressão atípica” para acelerar os trâmites da Covaxin dentro da pasta. As suspeitas são de superfaturamento na compra.

OMS aprova uso emergencial da CoronaVac

A vacina contra a Covid-19 Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, foi aprovada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), nesta terça-feira (1). A decisão da entidade internacional é para uso emergencial da CoronaVac e confere ao imunizante um selo de qualidade. É a sexta vacina a receber a aprovação da OMS.

Butantan retoma produção da CoronaVac

Paralisada desde o dia 14 de maio, a produção da vacina CoronaVac foi retomada esta madrugada (27) após o recebimento de 3 mil litros de insumos, que chegaram a São Paulo na noite da última terça-feira (25). Com essa quantidade de insumo farmacêutico ativo (IFA) será possível fabricar 5 milhões de doses da vacina.

A CoronaVac é uma vacina contra a covid-19 produzida pelo Instituto Butantan com a farmacêutica chinesa Sinovac. A Sinovac envia ao Butantan a matéria-prima (insumos) para que o envase, a rotulagem, embalagem e o controle de qualidade sejam feitos no Brasil. Todo esse processo dura entre 15 e 20 dias. Só então a vacina é disponibilizada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) para distribuição para a população.

Até agora, o Butantan já entregou 47,2 milhões de doses ao PNI, cumprindo o primeiro contrato estabelecido com o Ministério da Saúde para entrega de 46 milhões de doses. Agora, o Instituto Butantan trabalha para entregar outras 54 milhões de doses referentes a um segundo contrato firmado com o governo federal, totalizando 100 milhões de doses. Até o final de setembro, o Butantan espera inaugurar uma nova fábrica da vacina, que vai permitir a produção das doses da CoronaVac sem necessidade de importação da matéria-prima da China. O local terá capacidade de produção de 100 milhões de doses por ano.

Com informações da Agência Brasil

Anvisa descarta que Butantan fabrique frascos de Coronavac com menos doses

Ao menos cinco capitais relatam que receberam frascos de CoronaVac com  menos doses que o previsto - Jornal O Globo A  Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou ofício afirmando que não há indícios de que frascos da vacina Coronavac estejam sendo fabricados com volume menor de doses.

A agência abriu investigação para apurar queixas de que o imunizante produzido pelo Instituto Butantan estavam sendo entregues em frascos contendo quantidades menores que as dez doses previstas.

Uma avaliação realizada pelo Cosems-SP (Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo) apontou que 44,4% dos frascos analisados renderam menos que as dez doses. (mais…)

Produção nacional do IFA para Oxford/AstraZeneca não deverá começar neste sábado

A previsão do vice-presidente da Fiocruz, Mário Moreira, de que o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para produção da vacina da Oxford/AstraZeneca começaria a ser feito também no Brasil a partir deste sábado, 15, não deverá se confirmar.

Segundo a fundação, a produção do IFA nacional “é um processo produtivo composto por várias etapas e que já teve início”, mas “não há uma ação específica” prevista para este final de semana. A data havia sido prevista por Moreira na sexta-feira, 7, durante evento realizado no Ministério da Saúde, em Brasília. Atualmente, a produção da vacina nos laboratórios da Fiocruz depende da importação do insumo.

“Com a obtenção da certificação das condições técnico-operacionais das instalações (CTO) pela Anvisa, a Fiocruz dá continuidade, esta semana, ao processo de produção de transferência de tecnologia. Todas as informações técnicas necessárias à transferência de tecnologia já foram repassadas pela AstraZeneca à Fiocruz. Neste momento, estão ocorrendo na fábrica algumas atividades relacionadas ao início desse processo produtivo, como simulação de operações, treinamento de pessoal em processo e absorção de metodologias analíticas”, informou a Fiocruz em nota, nesta quinta-feira. “Trata-se de uma produção complexa que incluirá uma série de etapas, passando pela produção inicial de lotes de pré-validação e de validação, com testes de controle de qualidade segundo procedimentos internacionais, até alcançar a produção em larga escala. Paralelamente, serão produzidas as documentações necessárias para solicitação à Anvisa de alteração no registro da vacina, incluindo novo local de fabricação do IFA, condição necessária para entrega das vacinas com IFA nacional ao PNI. O contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca será assinado em breve”, acrescentou a fundação.

Matéria-prima acaba e novos lotes de Coronavac ficam comprometidos

O governo de São Paulo e o Instituto Butantan entregaram um novo lote de 1 milhão de doses da Coronavac ao Ministério da Saúde na manhã desta quarta-feira (12).

Com isso, o governo paulista já entregou 46,112 milhões de doses e completou o primeiro acordo com o governo federal. As doses serão encaminhadas ao PNI (Programa Nacional de Imunizações), para serem distribuídas proporcionalmente aos estados.

A entrega é a segunda de um total de três que o Butantan deve fazer à pasta da saúde nesta semana; na segunda (10), foram repassados 2 milhões de doses e na próxima sexta (14) será distribuído mais 1,1 milhão de doses. (mais…)

Vacina da Pfizer tem eficácia de 97% para evitar casos sintomáticos, mostra estudo

Um estudo realizado em Israel junto a profissionais da área de saúde e publicado no Journal of the American Medical Association (Jama) mostrou que a vacina contra a covid-19 produzida pela Pfizer reduziu as infecções sintomáticas pela doença em 97%, além de reduzir as assintomáticas em 86%

O estudo foi conduzido junto a 6.710 profissionais da área de saúde, sendo que 5.953 receberam ao menos uma dose da vacina, 5.517 receberam as duas doses e 757 não foram vacinados. Eles foram acompanhados pelo período entre 20 de dezembro de 2020 e 25 de fevereiro de 2021.

Entre os que receberam as duas doses, a infecção sintomática por SARS-CoV-2 ocorreu em 8 profissionais. Já entre os que não foram vacinados, 38 apresentaram sintomas. A infecção assintomática por SARS-CoV-2 ocorreu em 19 profissionais de saúde totalmente vacinados e 17 profissionais de saúde não vacinados.

Após recusa, fabricantes da Sputnik V dizem que vão processar Anvisa por difamação

Os fabricantes da Sputnik V afirmaram nesta quinta-feira (29), em publicação nas redes sociais, que vão abrir um processo judicial contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) por difamação. Segundo eles, a agência espalhou “informações falsas e imprecisas intencionalmente”.

A Anvisa negou, nesta segunda (26) a importação emergencial de quase 30 milhões de doses da vacina russa contra a covid-19, solicitada por 14 estados. A Bahia foi um dos estados que pediu a autorização.

Para justificar o impedimento, o órgão afirmou que a fiscalização e monitoramento entenderem que há riscos de uso da vacina. Entre eles, a possibilidade da reprodução do adenovírus utilizado na Sputnik V, o que poderia causar o surgimento de doenças. Além disso, alegaram falta de visitas técnicas em todos os locais onde é fabricado o imunizante. (mais…)

Primeiro lote de vacinas da Pfizer chega hoje ao Brasil

O primeiro lote de vacinas da Pfizer chega nesta quinta feira (29) ao Brasil. No total, 1 milhão de doses serão transportadas em voo que chegará ao Aeroporto de Viracopos, com aterrissagem prevista para as 19h.

As doses serão distribuídas para os 26 estados e o Distrito Federal. Segundo o Ministério da Saúde, a orientação é que sejam priorizadas as capitais devido às condições de armazenamento da vacina, que demanda temperaturas muito baixas.

Conforme o Ministério da Saúde, os entes federados receberão de forma proporcional e igualitária. Os frascos serão entregues em temperaturas entre -25ºC e -15ºC, cuja conservação pode ser feita apenas durante 14 dias. Após entrar na rede de frio, com temperaturas de armazenamento entre 2ºC e 8ºC, o prazo para aplicação é de cinco dias. (mais…)