Variante da Covid-19 vinda do Reino Unido é detectada em município da Bahia

A Secretaria de Saúde do município de Cândido Sales informou, em uma nota técnica divulgada nesta terça-feira (1º), que a variante VOC B.1.1.7 da Covid-19 foi detectada em um paciente da cidade. O resultado foi obtido através de um exame laboratorial, feito por sequenciamento genético, realizado no dia 4 de maio.

Segundo o comunicado da prefeitura, o paciente foi curado e recebeu alta. Além disso, a nota informa que todas as medidas sanitárias estão sendo tomadas. Os contatos foram rastreados e os suspeitos encontram-se isolados para evitar a disseminação da cepa “Alfa”, de acordo com a nova nomenclatura da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Mesmo com os cuidados, a prefeitura alerta para o reforço das ações de proteção por parte da população, como o uso de máscaras, higiene das mãos, distanciamento social e, em caso de suspeita, o isolamento e testagem para diagnóstico da doença.

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Bahia investiga 6 casos suspeitos da ‘doença misteriosa da urina preta’

Foto: Pixabay

Seis novos casos da doença de Haff, conhecida como “doença misteriosa da urina preta”, estão em investigação na Bahia. A doença causa rigidez muscular súbita, dor muscular, torácica, dificuldade para respirar, dormência e perda de força no corpo e deixa a urina escura. A condição também pode evoluir com insuficiência renal e, se não tratada, levar a morte.

No ano passado o registro de casos acendeu um alerta na Secretaria da Saúde do estado (Sesab). Em novembro a pasta chegou a emitir um alerta direcionado a profissionais de saúde do estado para a ocorrência de casos de Haff. Uma nota técnica com informações sobre a doença, sintomas, possíveis causas e os casos já registrados foi publicada no site da pasta (leia mais aqui).

De acordo com a Sesab, em 2021 foram notificadas oito ocorrências da doença de Haff nos municípios de Alagoinhas, Simões Filho, Maraú, Mata de São João e Salvador. Até o momento, dois casos foram descartados e seis permanecem em processo de investigação.

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Alagoinhas: Três pessoas foram diagnosticadas com “doença da urina preta”; uma está na UTI

Foto: Pixabay

Três pessoas foram diagnosticadas com a Doença de Haff, conhecida como “doença da urina preta”, em Alagoinhas, cidade que fica a cerca de 100 quilômetros de Salvador. Segundo informações da Vigilância Epidemiológica, as notificações foram feitas na quinta-feira (19).

Dos três pacientes, um homem está internado na UTI do Hospital São Rafael, em Salvador, com estado de saúde estável; outro segue na enfermaria da mesma unidade, enquanto uma mulher já teve alta.

Segundo as notificações recebidas pela Vigilância Epidemiológica, as três pessoas começaram a apresentar os sintomas após consumir um peixe badejo.

A doença de Haff se caracteriza por ocorrência de extrema dor e rigidez muscular, dor torácica, além de falta de ar, dormência e perda de força em todo o corpo, podendo causar falência renal. Pessoas com a doença apresentam urina na cor de café, causada pela elevação da enzima CPK, associada à ingestão de pescados. G1

Combinação de Pfizer e Sputnik eleva eficácia contra Delta, diz pesquisador

Reprodução:Shutterstock

As pessoas vacinadas com as duas doses da vacina da Pfizer contra a covid-19 terão uma eficácia aumentada contra a variante Delta, identificada pela primeira vez na Índia, se receberem uma dose da vacina russa Sputnik, afirmou Alexander Gintsburg, diretor do Centro de Pesquisa Gamaleya, ao Sputnik News.

Em 11 de agosto, o Fundo Russo de Investimento Direto (RDIF), que comercializa o imunizante russo no exterior, propôs à farmacêutica norte-americana Pfizer iniciar testes conjuntos com a Sputnik como uma terceira dose de reforço. A eficácia da Sputnik V contra a variante Delta foi estimada pelo Ministério da Saúde da Rússia em 83,1%. Enquanto isso, a eficácia da Pfizer contra a covid-19 caiu em julho, quando a cepa se tornou dominante.

Em meio ao combate contra a doença, o Estado do Alabama, nos Estados Unidos, anunciou nesta quarta, 18, que não tem mais leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) disponíveis nos hospitais, noticia o The New York Times. Segundo a Associação de Hospitais do Alabama, havia 29 pessoas à espera de leitos no Estado. (mais…)

Dez cidades baianas têm mais de 14 dias sem registrar novos casos de Covid

Dez municípios do estado estão com 14 dias ou mais sem registrar novos casos de Covid-19. Os dados são da última atualização da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) feita na tarde desta segunda-feira (9). O período de 14 dias é considerado pelas autoridades de saúde para afastar a possibilidade de transmissão do novo coronavírus.

Nesta segunda, o município com mais tempo sem casos do vírus foi Souto Soares, na Chapada Diamantina. A cidade estava há 31 dias sem registros novos da doença. Em seguida, Pintadas, na Bacia do Jacuípe, registrou 29 dias sem contaminações por coronavirus, e em terceiro, Itapitanga, no Sul, marcava 20 dias sem circulação da Covid, segundo dados da Sesab.

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Por que aparece a resistência aos antibióticos?

Desde que o médico britânico Alexander Fleming descobriu a penicilina, em 1928, o mundo da medicina mudou para sempre – os antibióticos salvaram milhões de vidas ao longo do tempo e continuam sendo a solução para a maioria das infecções bacterianas, à medida que evoluem.

No entanto, o uso indevido dos antibióticos e a tendência de prescrevê-los com muita facilidade fizeram com que as bactérias começassem a se tornar resistentes a estas drogas. As consequências disso já começam a ser percebidas e esse fenômeno é hoje uma das maiores ameaças à saúde pública em todo o mundo.

A seguir você vai entender melhor o que é resistência aos antibióticos, por que ocorre, quais são as causas e como é possível evitar que o problema se intensifique.

O que são antibióticos?

Os antibióticos são drogas produzidas por alguns seres vivos (como a penicilina, que é produzida por diferentes espécies de fungos) ou à base de derivados sintéticos que eliminam ou inibem o crescimento de microrganismos sensíveis a eles.

Cada antibiótico tem como objetivo afetar uma ou várias espécies de bactérias específicas, visto que são desenvolvidos para danificar sua parede celular, a membrana, seu material genético, suas proteínas, etc.

Quando um determinado antibiótico é aplicado em um ambiente habitado por uma bactéria específica, a população dessas bactérias começa a ser afetada a ponto de desaparecer. Existem mais de 100 tipos diferentes de antibióticos.

Cada um deles tem seu próprio mecanismo de ação e é eficaz no tratamento de uma infecção por uma determinada bactéria, portanto, praticamente é possível eliminar todos os males causados por elas.

Esta seria uma situação ideal, no entanto, é preciso levar em consideração que as bactérias podem se tornar resistentes a esses antibióticos até que o problema se torne quase irreversível.

Resistência aos antibióticos: como surgem?

Todos aqueles indivíduos que, por simples acaso, nascerem com algumas características que lhes permitam cumprir melhor suas funções, serão recompensados ​​com o que se denomina “seleção natural”.

Aplicável a todos os seres vivos, a seleção natural postula que os organismos com propriedades que os fazem se reproduzir com mais eficiência e sobreviver melhor em um meio, darão mais descendentes que herdarão suas características. Isso fará com que, após várias gerações, a maioria da população dessa espécie tenha suas vantagens. 

As bactérias são seres vivos, e como tal, as leis da seleção natural também servem para elas. Elas não podem ser uma exceção. Imagine, então, uma bactéria que sofre uma mutação em seu material genético que, por acaso, a torna resistente a um determinado antibiótico. Pode ser, por exemplo, que ela tenha uma parede celular com propriedades diferentes do resto de sua espécie e que a droga não consiga penetrá-la e, portanto, matá-la.

No caso de uma doença grave que precisa ser tratada com antibióticos, essa droga conseguirá eliminar quase toda a população bacteriana, mas bactérias mutadas e seus descendentes não terão o mesmo fim e poderão continuar crescendo. Já existe tempo suficiente para o surgimento de bactérias resistentes e, ao usar antibióticos de forma imprudente, o processo de seleção natural é acelerado.

Qual é o alvo do problema?

O surgimento e a disseminação dessas “superbactérias” resistentes a antibióticos ameaçam o avanço da medicina nas últimas décadas, já que a maioria dos antibióticos pode acabar se revelando inútil.

A frequência do surgimento de novos mecanismos de resistência por esses microrganismos está aumentando a níveis alarmantes em todo o mundo. Os antibióticos estão perdendo sua eficácia, especialmente nos países onde podem ser obtidos sem receita médica.

A indústria de alimentos também é uma das principais responsáveis pelo surgimento de resistência a antibióticos. Muitas fazendas, por medo de surtos de doenças que coloquem em risco a produção, ou simplesmente para estimular seu lucro, decidem administrar antibióticos em animais saudáveis. Isso tem sérias consequências, pois incentiva as bactérias a se tornarem resistentes, o que acaba tendo implicações para a saúde humana.

A busca por novos antibióticos é uma prioridade de pesquisa em todo o mundo, pois se não forem encontrados, provavelmente as mortes por pneumonia, tuberculose e outras doenças bacterianas se tornarão comuns.

É possível evitar o aparecimento de superbactérias?

Se medidas urgentes não forem aplicadas, o problema da resistência aos antibióticos pode acabar tendo consequências muito graves para a saúde pública global, pois muitas infecções se tornarão cada vez mais difíceis de curar.

A seguir estão alguns pontos importantes sobre o uso correto dos antibióticos e como isso pode ajudar a impedir o grave aparecimento de superbactérias: 

– Usar antibióticos apenas como última opção.

– Seguir sempre as instruções de uso: um dos principais erros é parar de tomar o antibiótico quando começar a melhorar. O medicamento deve ser consumido até o último dia indicado pelo médico, caso contrário algumas bactérias podem permanecer vivas com maior probabilidade de se tornarem resistentes.

– Nunca se automedicar.

– Evitar consumir carne de produtores que tratam os animais com antibióticos.

– Preparar os alimentos em perfeitas condições higiênicas para evitar a contaminação.

– Em casos de infecção de origem viral, não tomar antibióticos (eles não têm efeito sobre os vírus, portanto, é um tratamento inútil).

– Não prolongar o tratamento por conta própria.

Os médicos também devem estar cientes do risco potencial deste fenômeno e adotar medidas preventivas e de controle, entre as quais estão:

– Prescrever antibióticos apenas quando necessário.

– Evitar infecções no ambiente hospitalar, garantindo que os instrumentos estejam em perfeitas condições de esterilização.

– Notificar as autoridades sobre uma possível detecção de resistência a antibióticos.

– Informar os pacientes sobre a importância do uso adequado de antibióticos.

Os setores de saúde governamentais também têm uma grande responsabilidade em coordenar a resposta a este problema. Algumas das ações que devem ser desenvolvidas são as seguintes:

– Investir em novas pesquisas de antibióticos.

– Implementar planos de vigilância para detectar novas resistências a medicamentos.

– Conscientizar a sociedade sobre o perigo deste fenômeno.

– Fortalecer e controlar as políticas de prescrição de antibióticos.

– Impedir que o setor agrícola administre antibióticos em animais saudáveis.

Prefeitura de Ipiaú dedica um dia para a saúde de taxistas e mototaxistas

Na próxima quinta-feira (22), a Prefeitura de Ipiaú, através da Secretaria Municipal de Saúde irá realizar a 2ª edição do projeto Cuidando de quem Cuida de Ipiaú, dessa vez voltado para taxistas e mototaxistas. A 1ª edição ocorrida em 1º de maio teve como público os trabalhadores da limpeza urbana do município.

O programa idealizado pela prefeita Maria das Graças Mendonça tem o objetivo de dedicar um dia de serviços de saúde às pessoas que exercem determinadas profissões ou ocupações, chamando atenção para o cuidado, muitas vezes negligenciado, por conta da rotina de trabalho.

A 2ª edição do programa que será realizado no USF Alípio Correia, das 08h às 12h, terá a disposição de taxistas e mototaxistas consulta médica, vacinação, teste rápido para hepatites e sífilis, consulta odontológica, massagem, avaliação nutricional, palestras sobre acidente de trabalho e leis de trânsito, entre outros.

Prefeitura de Ipiaú/Dircom

A ‘Cepa América’ está entre nós? Confira o que já se sabe sobre nova variante

 


Linhagem inédita foi detectada em delegações estrangeiras da Copa América e é considerada uma variante de ‘interesse’

Quando os críticos da realização da Copa América no Brasil batizaram o torneio de ‘Cepa América’, havia uma espécie de torcida para que o apelido não se concretizasse. Mas acabou acontecendo: após a derrota do Brasil para a Argentina, a última semana trouxe a notícia de que o evento de fato introduziu uma nova variante do coronavírus por aqui.

Trata-se da chamada B.1.621, uma cepa colombiana que foi oficialmente detectada através do sequenciamento genético de dois homens integrantes das delegações do Equador e da Colômbia. Eles estavam em Cuiabá (MT), uma das cidades que sediou as partidas, mas as amostras foram analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

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Prefeitura de Ipiaú entrega a comunidade a nova sede do CAPS com melhor estrutura

Na manhã desta sexta-feira (09), a Prefeitura de Ipiaú, através da Secretaria Municipal de Saúde, entregou a nova sede do CAPS I – Centro de Atenção Psicossocial à comunidade, agora em novo endereço, na Travessa Bahia, n⁰ 5, bairro do Emburrado. O Centro de Atenção Psicossocial é uma unidade especializada em saúde mental para tratamento de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes.

A prefeita Maria das Graças Mendonça acompanhada da Secretária de Saúde, Laryssa Dias, e da coordenadora do CAPS- I, Jéssica Bacelar, inauguraram a nova sede na presença de alguns vereadores.

Na oportunidade a prefeita destacou o trabalho realizado na saúde e de como é importante um espaço que atenda com dignidade, conforto e que acolha não apenas os pacientes, mas a família desses pacientes.

O novo espaço, que é maior do que o anterior, foi todo reformado e dispõe de uma melhor estrutura para atendimento. O CAPS que foi introduzido em Ipiaú em 2003, tem uma equipe multiprofissional com enfermeira, técnico de enfermagem, assistente social, psicóloga, psiquiatra, farmacêutica, oficineiros, assim como a dispensação de medicamentos controlados. Além disso, logo em breve o CAPS vai dispor de hortoterapia que utiliza a jardinagem como estratégia de promoção à saúde. A horta será implantada na área verde do local, em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente.

A Atlantic Nickel também estava presente na inauguração do novo espaço através de seus representantes e é parceira do CAPS. A empresa fará a doação de alguns materiais e de brinquedos para a terapia dos pacientes.

Prefeitura de Ipiaú/Dircom