Opinião Vânia Fagundes: Forma de atendimento médico por horário de chegada precisar mudar

Costumes, mesmo que antigos e arraigados, podem e devem ser mudados, principalmente quando sabemos os benefícios que irão trazer para a população em geral.

O respeito entre as relações paciente-médico é muito importante, por isso uma mudança se faz extremamente necessária e urgente. Em Ipiaú, como em algumas outras cidades do interior, os médicos costumam atender os pacientes por ordem de chegada.

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Rama Amaral fala do Natal comemorado no interior da Bahia

 

Foto: Pixabay

 

Então é Natal…

Na véspera do natal de 2010, numa grande cidade brasileira, alguns colegas de trabalho me convidaram para comemorarmos aquela festiva data de fim de ano. Após algum tempo com eles, resolvi da uma respirada no entorno daquele ambiente, após alguns metros dei-me com um grupo de moradores de rua, onde os cumprimentei e juntei-me a eles.

Um pouco surpresos ou assustados, logo me perguntaram “o que eu estava fazendo entre eles”? Diante da incógnita, como um bom moço ou talvez como um inocente otário, desejei-lhes, feliz natal!

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Rama Amaral comenta a beleza e importância dos rios que cortam Ipiaú e Dário Meira

Dário Meira e Ipiaú: duas belas cidades! Dois grandes rios!

Quando pensei em escrever este texto fiquei imaginando como seria a introdução. Primeiro pensei em citar a linda canção do saudoso cantor itagiense/dariomeirense, Durval Souto, “As Lavadeiras de Dário Meira”, que naturalmente já é um hino em homenagem ao Rio Gongogi, as lavadeiras de roupas e a Dário Meira. Mas aí a controvérsia me repreendeu, pois não sei nada sobre o que há de escrito em homenagem ao Rio das Contas, embora acredito que há muita coisa.

Diante da situação lembrei-me de um poema do meu livro, O Rio e a Criança, que diz que “O rio nasce de dentro da terra, como uma criança que sai do útero da mãe, o rio é pingo de lágrimas de uma força universal, a criança é gota de água dos mistérios da vida…” E o que isso explica? Pode perguntar o leitor. Ora, vez por outra pode agradar dois senhores de uma vez só, depende do caso, afinal, são duas majestades, por isso procurei fazer justiça, já que como um pingo de água que é minúsculo, todos os rios ou riachos, nascem pequenos e de dentro da terra, depois vão crescendo, crescendo… até se tornarem gigantes.

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José Carlos Britto de Lacerda comenta perspectivas econômicas e politicas para o futuro do Brasil

Brasil, qual será o seu futuro?

Desde a instalação do comunismo no primeiro país, desenvolve-se uma disputa incessante relacionada com a expansão das áreas ocupadas pelo regime, ou sistema, como queiram, sendo inegável que ele realmente vem conquistando, cada vez mais e mais rapidamente, espaço no globo terrestre, enquanto o capitalismo vai, aos poucos encolhendo.

O modelo adotado pelos russos nasceu com Haendel e Karl Marx, foi implantado por Vladimir Ilyich Ulianov, mais conhecido pelo pseudônimo Lenin ou Lenine (depois de uma luta sangrenta, em uma revolução que terminou por derrubar a Monarquia) e foi consolidado por Josef Vissarionovitch Djugatchvili, que adotou o pseudônimo (apelido) de “Stalin” (homem de aço, ou de ferro) através de “expurgos” em que muitos milhares (falam em mais de um milhão) de russos foram executados, como também através de invasões de países menores e mais fracos localizados próximos e vizinhos da Rússia.

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José Carlos Britto de Lacerda reflete sobre as obrigações do estado e as necessidades da população

 

O Estado e o Brasil

Afinal, que é o “estado”?

Não me refiro, aqui, ao “estado federado”, mas ao ente geral, que entre outras coisas engloba dentro de si estados federados, ou condados, ou províncias.

Ele é um ente jurídico, criado para emprestar personalidade a uma coletividade, que pode ser um povo, uma nação ou um conjunto de povos ou de nações vivendo em um território, contínuo ou não.

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José Carlos Britto de Lacerda reflete sobre antigas tradições e o respeito aos idosos e doentes

 

Práticas no mínimo estranhas

De um estudo de comportamentos de povos que existiram na antiguidade e, até, mesmo antes da própria história inciar a registrar fatos, vêm-nos notícias de ´costumes e de práticas rejeitadas, repudiadas nos dias atuais na maioria dos povos.

Uma delas, consistia na eliminação sumária de crianças que nascessem portadoras de efeitos, de deficiências físicas ou, até, mentais. Há notícias de que, na cidade estado de Esparta, na Grécia Antiga, este costume e esta prática justificavam-se na chamada vocação bélica daquela cidade estado, que conduzia a que todos os cidadãos deveriam estar preparados, prontos, para ataque e defesa, em relação outras cidades estados e reinos, sendo considerado que a preservação de um deficiente acabaria por enfraquecer o povo Espartano, porque teria que ser alimentado, cuidado, preservado, protegido e transportado por outros e isto retiraria soldados das fileiras.

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Eugenildo: Uma vida de sucesso que terminou em tragédia

Quem, como eu, já esteve no escritório de Eugenildo Almeida Nunes, localizado no seu estabelecimento comercial no centro de Ubatã, sabe que o homem era movido a trabalho.

Ele ficava sentado em uma mesinha abarrotada de papéis, registrando compromissos e números, atendendo a ligações de três telefones celulares ao mesmo tempo e ainda organizando todo o operacional de sua vasta grade empresarial a partir da parceria de colaboradores dedicados. Raramente tirava férias.

Independentemente de pré julgamentos que possam ser feitos a respeito de suas imperfeições, o empresário traçou uma rota brilhante que o levou a ser um dos mais proeminentes investidores do interior da Bahia.

Havia inclusive o boato exagerado de que Eugenildo seria “dono” de Ubatã e boa parte da região, tal era o grau de empreendedorismo que o cercava.

Tendo implantado negócios rentáveis em diferentes áreas no comércio, ele comandava quase um império responsável pela geração de centenas de empregos no sul da Bahia.

De postos de gasolina a supermercados, de frigorífico a casas de aluguel, Eugenildo era uma referência marcante na região.

Sua partida precoce gera comentários sobre as acusações pelas quais respondia.

Por outro lado, sua história de sucesso como investidor dificilmente será apagada.

Celso Rommel / Ipiaú Online

Ipiaú: A detenção do comerciante e o complicado problema social gerado pela pandemia

 

Quem não poderia dar razão ao comerciante popularmente conhecido como Cascata, proprietário de uma tradicional lanchonete na Praça Rui Barbosa, no momento em que foi detido quando trabalhava para ganhar o seu pão e pagar as suas contas?

A detenção aconteceu na noite de sexta-feira (26), quando Cascata foi abordado por prepostos da Polícia Militar no momento em que comercializava lanches em um veículo durante o horário do toque de recolher.

Um vídeo (confira abaixo), que circula nas redes sociais causando muita polêmica, mostra o rapaz no momento da sua detenção, quando afirma que é trabalhador honesto e não terá como pagar suas contas, ao tempo em que denuncia supostas medidas arbitrárias das autoridades.

Quem poderá honrar com os compromissos assumidos por um comerciante que é obrigado a fechar para evitar a disseminação da covid-19, mas que não tem outras fontes para quitar contas de água, luz e comprar alimentos para sua família?

Por outro lado como condenar a disposição dos governantes que tentam parar a mortandade precoce de milhares de pessoas todos os dias através de medidas impopulares de distanciamento?

Olhando com um pouco mais de tolerância, pode-se perceber que os dois lados estão certos. O único errado nessa história é o vírus, que na sexta-feira (dia em que aconteceu a detenção do comerciante) fez no Brasil 3.600 vítimas fatais em 24 horas, em mais uma sequência de horrores desta que de longe já é a maior tragédia da história do país.

Em um momento extremamente difícil, tanto econômica quanto psicologicamente, os ânimos ficam acirrados e, às vezes, faltam palavras mas respeitosas que poderiam evitar o confronto.

Enquanto seguem acontecendo cenas que jamais deveriam acontecer, se não fosse pela ocorrência de uma pandemia que sacode o mundo inteiro, fica cada vez mais claro que a única esperança de normalização é a vacinação em massa.

Até lá é preciso paciência e fé em Deus.

Celso Rommel / Ipiaú Online

Distribuir o peixe da Semana Santa sem provocar aglomerações é desafio para prefeituras

 

A entrega do peixe para famílias cadastradas tem sido uma tradição de muitos anos em Ipiaú e região. Foto de 2019

Esta semana repercute nas redes fotos da multidão formada por pessoas em busca da distribuição dos tickets para entrega do peixe da Semana Santa, através da Prefeitura Municipal de Itabuna.

A medida em que se aproxima o feriado católico e sabendo que o poder público municipal de Ipiaú já definiu a empresa que irá entregar o peixe, se torna uma preocupação cada vez mais urgente saber como o pescado chegará a mesa de quem precisa, em tempos de pandemia, sem provocar aglomerações.

É normal que as pessoas façam fila usando máscaras e com uma distância de um metro e meio, tal como já faziam na fila da Caixa Econômica para receber o auxílio emergencial. Entretanto, na hora de receber o peixe não se sabe se a ansiedade para pegar o melhor pacote irá permitir que os cidadãos cadastrados continuem respeitando a ordem de chegada.

Uma alternativa viável seria a entrega do peixe em domicílio. Outra seria o recebimento do benefício com horário agendado por pessoa.

De toda forma, é preciso se evitar aglomerações, especialmente em um momento tão delicado da pandemia de covid-19.

Celso Rommel / Ipiaú Online

Relembrando o massacre de Jonestown e as lições que ficaram 42 anos depois

Em artigo de opinião, Celso Rommel retorna ao ano de 1978 para analisar o fatídico Templo do Povo e o massacre de Jonestown, na Guiana Inglesa, que causou 909 mortes, maior suicídio em massa da história.

O tema remete às barbaridades históricas cometidas em nome de ideologias. 

Confira o artigo completo no blog Nicuri é Côco clicando aqui

José Carlos Britto de Lacerda comenta os significados do ano novo

Grande esperança

Hoje não é apenas um novo dia, ou somente mais uma sexta feira… não!

Hoje é o primeiro dia de uma década, a terceira década do Século XXI (vinte e um )!  E todas as esperanças se renovam, como se a mudança no calendário, por si só, produzisse algum efeito, benéfico ou maléfico. 

As músicas, cantadas na televisão e no rádio, os vídeos, exibidos pelas emissoras de televisão, as imagens de desastres, de selvageria do ser humano, mostrados nos últimos dias de 2019 em todo o mundo, não foram eficientes nem suficientes, para conduzir a humanidade à reflexão e a uma mudança de comportamento. 

As guerras, a violência, o crime, de toda e qualquer natureza, ao invés de se reduzirem, recrudesceram causando mais dores, mais incertezas, mais desesperança.

E aí vêm um novo ano, uma nova década, trazendo nova oportunidade de mudanças. Mudanças que a imensa maioria das  pessoas, no mundo, que se consideram crentes em um Ser Superior (não importando que nome lhe atribuam nem como o cultuam),  deveriam promover ou, pelo menos, tentar promover acaso tivessem, realmente, “FÉ”. 

E por que? Simples! Em nossa língua, filha do latim, “Fé” é Fides, Fidei, que originou fidelidade, fideicomisso e tem os sinônimos “certeza”, “convicção”. 

As pessoas acreditam e dizem que têm fé no Senhor, no Espírito Santo, mas não cumprem seus estatutos, não obedecem suas ordens. Se tivessem real “certeza”, “convicção” (Fé), o teriam também das consequências da desobediência, das transgressões, comportar-se-iam de modo diverso e o mundo seria bem melhor.

Uma pena que a ganância, o egocentrismo, o egoísmo, o individualismo prevaleçam entre os homens, contrariando todos os ensinamentos. E o exemplo deixado por Jesus Cristo só é lembrado para ilustrar os clamores, os pedidos.

E já é quase demasiadamente tarde para mudar.

José Carlos Britto de Lacerda é advogado

Emídio Neto comenta: pela primeira vez planeta tem mais plástico e aço do que animais e vegetais

Acreditava-se que a pandemia fosse ensinar muito ao ser humano e que este tivesse uma transformação virtuosa para uma relação harmônica e respeitosa com o planeta e sua biodiversidade.

Infelizmente, dia após dia, sob a liderança de governos que parecem saídos da ficção científica, na forma de personagens perversos, cruéis e inumanos, sem nenhuma sensibilidade, responsabilidade e preocupação com a Vida. A população reproduz e aprova a mesma estupidez.

Nosso planeta é único. Quem de nós irá para a Marte das virtudes desejadas pelos que já a começam explorar?

Quem de nós irá morar na Lua ou em algum planeta artificial?

Nenhum assalariado alcançará os benefícios que a ciência e a tecnologia a serviço da exploração planetária prometem ou alcançarão.

Os pobres desse planeta (chamo aqui de pobres todos que não movimentem milhões em suas contas) estão fadados a sofrer mais intensamente a consequências de toda crueldade contra o planeta terra.

Já dizia o Grande Chefe: “Tudo o que fizerem a Terra, estarão fazendo aos filhos da Terra.”

Façamos algo todos os dias. Por menor que pareça. Por inútil ou insignificante que pareça. Cada minúscula ação gerará resultados positivos.

Só depende de você. Fazer o que é certo ou continuar sendo conduzido pela comodidade de nada fazer e reproduzir os erros dos outros.

O futuro do planeta só depende de você.

Emídio Neto é ambientalista membro fundador do grupo ecológico Papamel

Jornalista Renato Araujo faz comentário comovente sobre o significado do Natal

O aniversário do meu amigo

Quando eu era budista, certa vez, discutimos se deveríamos comemorar ou não o Natal. Então eu, que era o novato do grupo, dei a resposta que mais agradaria ao próprio Buda:

– Claro que eu vou comemorar. O mundo já é tão bruto, tão sem amor. Então um dia do ano as pessoas escolhem para serem mais amorosas, mais gentis, terem mais compaixão e eu vou deixar de participar? Não, eu vou comemorar o Natal sim.

É verdade que o Natal é apenas a data que marca o solstício, que Jesus não nasceu em um 25 de dezembro, que a árvore de natal é uma tradição pagã. Teríamos todos os motivos do mundo, budistas ou evangélicos, ateus ou cristãos, para não comemorar o natal.

Mas ele foi associado para sempre a um homem que representa o bem, a paz, a temperança, a humildade, a gentileza e a justiça. Tudo que faz o Natal ter sentido. Ainda que muitos de seus discípulos não o honrem, Jesus ainda é o cara.

E eu posso chamá-lo assim, com toda a intimidade, porque Ele mesmo me permitiu, lá nos Evangelhos. Ele disse que quem o segue – ou tenta seguir, como é o meu caso – é seu amigo e não apenas um discípulo.

Jesus é legal, Jesus é massa, Jesus é meu amigo. E este meu amigo, sim, está associado ao dia de Natal.

Vamos fazer que nem Jesus. Vamos esquecer as desculpas para não sermos fraternais uns com os outros. Hoje é dia do crente abraçar o macumbeiro, do bolsonarista abraçar o lulista, do hétero abraçar o gay, do branco abraçar o negro e vice-versa.

Amanhã, que esqueçamos nossas semelhanças e voltemos a lembrar mais de nossas diferenças. Mas hoje não. Hoje lembremos apenas da mensagem essencial do Homem de Nazaré: “Paz na Terra aos seres humanos que assim desejarem” Só depende de nós.

Feliz Natal!

Renato Araujo é jornalista

José Carlos Britto de Lacerda reflete sobre a dignidade humana

Comecemos uma pequena “dissecação” deste substantivo classificado, no Português do Brasil, como “comum” porque, segundo os especialistas, não designa uma pessoa, um acidente geográfico, uma divindade, uma cidade, um estado, um país. Por isto, a regra geral não o
coloca entre aqueles que devam iniciar-se com letra maiúscula.

Todavia eu, parece que apenas eu, entendo que este substantivo deveria ser escrito não apenas com o inicial, mas com todas as suas letras, maiúsculas.

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A disputa pela presidência da Câmara e o concurso para definir a bandeira de Ipiaú em Ripa na Chulipa

Ripa na Chulipa

José Américo Castro

O retorno de Léo

Comenta-se nos bastidores, corredores e esquinas de Ipiaú, que o prefeito de Barra do Rocha, Luís Sérgio Alves de Souza, o professor Léo, poderá fazer parte da segunda gestão da prefeita Maria das Graças. O alcaide barrochense foi derrotado no último pleito eleitoral pelo médico José Luiz Franco Ramos Costa, mas todo mundo reconhece a sua capacidade administrativa e a seriedade no trato com o dinheiro público. Sem dúvida será uma excelente aquisição do Poder Executivo ipiauense.

Da escola de Mendonça
Luís Sérgio, já trabalhou na Prefeitura de Ipiaú, durante a gestão do ex-prefeito José Mendonça com o qual aprendeu lições de austeridade e transparência.

Na ocasião ele esteve lotado na Secretaria de Educação, assessorando a professora Vanda Pinheiro, então titular da pasta. Resta saber se, em seu retorno para Ipiaú, Léo atuará na educação ou em outro setor do governo. Seja lá onde for, vem acrescentar com seu vasto conhecimento.

Afunilando
A disputa para a presidência da Câmara Municipal de Ipiaú afunila a cada dia. Dos quatros nomes da situação que pretendiam o cargo, dois estão praticamente fora do páreo, embora alimentem a possibilidade de compor a mesa diretora da casa. Robson Moreira e Orlando Santos continuam em evidencia, com um certo favoritismo para o primeiro. Sem número para encarar a disputa a oposição ainda não se arriscou a lançar uma candidatura.

Bandeira de Ipiaú
Um concurso público deverá definir os traços da bandeira do município de Ipiaú. A proposta é do vereador Lucas de Jesus Santos que já protocolou um Projeto de Lei que visa a criação do símbolo. De acordo com a matéria, a bandeira municipal deverá ter o mesmo formato e as proporções da Bandeira Nacional, e conter as cores verde, branca e azul. Alguns modelos já foram apresentados pelo designer Edir Pires e serão submetidos à aprovação popular.

Simbologia
O autor do projeto explica que o brasão de armas, assim como a bandeira e o hino, são símbolos que representam a identidade do município. Percebendo que Ipiaú não contava com uma bandeira oficial ele tomou a iniciativa de providenciar essa insígnia e convocar a população para participar dessa escolha.

“Aproveito este momento em que Ipiaú celebra 87 anos de autonomia política e administrativa para trazer essa proposta que com certeza será bem recebida pela comunidade, pois quando a bandeira passa a identificar uma coletividade ela começa a ter uma carga simbólica mais forte e mais emocional”, comentou o edil.

Em tempo: Lucas do Social não conseguiu a reeleição, mas disse que continuará, como cidadão, na luta pela criação da bandeira municipal.

No sufoco
Além de não ter reeleito, um determinado vereador, da ala radical da oposição à prefeita Maria das Graças, foi enquadrado na Lei Maria da Penha, e poderá até ser privado de liberdade, já que o Ministério Púbico opinou pela decretação da sua prisão preventiva.

Diz o adagio popular: “O cara quando tá na maré de azar até urubu caga na sua cabeça”. Mas, tem aquela coisa da colheita do que se planta.

Folclore Político/ Recados e vocábulos de Adá 
Desorguio , racombole, para-choque de prefeito, papé de oficio, foram alguns dos termos que o ex vereador ADÁ(Ilton Santos Cintra)empregava em seus inflamados pronunciamentos no plenário da Câmara Municipal de Ipiaú.

Tais definições, entretanto, eram apenas uma pequena demonstração da sua impressionante capacidade argumentativa e do estilo de atuação que fatalmente lhe conduziria para os anais do folclore político da cidade.

No vocabulário de Adá“, desorguio ”, significava não ter orgulho; racombole queria dizer rocombole (“Não tenho o que reclamar, pois antes eu comia figo doido e farinha seca , agora tô comendo racombole”, dizia o edil). Já “para-choque de prefeito”, era como ele se referia à condição de vereador, onde as broncas do povo chegam com mais intensidade e são filtradas até serem encaminhadas ao chefe do Poder Executivo.

Quanto ao termo “papé de oficio”, era utilizado por Adá para se referir à dinheiro. “Projeto todo mundo quer que eu aprove, mas papé de oficio que é bom, ninguém manda pra mim”, comentava quando recebia correspondências de deputados.

“Cascalho na saliva”
Euclides Neto explica: “O vocábulo é como cascalho, que se vai lixando na saliva do povo, perdendo arestas, restando a gema”.

 

 

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